Descaso, especialmente do governo golpista, foi o principal culpado pelo que aconteceu com o mais importante museu do Brasil.
Estou vendo gente de direita falando besteira, culpando a UFRJ, dizendo que a diretoria da UFRJ é filiada a PSOL, e outros partido de esquerda. Estão manobrando para culpar a UFRJ, quando os culpados são este modelo econômico e este governo.
E de novo vejo gente falando merda (não tem outra forma de definir) sobre a Lei Rouanet, dizendo que, ao invés do governo dar dinheiro para produções culturais por ela, poderia ter usado para dar para o Museu Nacional. Ou que o Museu Nacional deveria ter captado dinheiro pela Lei Rouanet para as reformas e para o sustento, para os gastos do dia a dia.
É uma má vontade para entender como esta lei funciona, como funciona a captação de recursos por ela, e uma grande desonestidade intelectual.
Vou explicar.
terça-feira, 4 de setembro de 2018
segunda-feira, 20 de agosto de 2018
O Brasil do golpe no caminho de ser pária internacional
O Brasil do golpe está caminhando rapidamente para ser um pária internacional, e de diversas formas possíveis.
Com a diminuição dos programas sociais, estamos em risco de voltar ao Mapa da Fome.
Governo Federal que não age efetivamente para receber adequadamente os refugiados da Venezuela (que o Brasil do golpe também tentou sabotar), permitindo que uma onda de xenofobia se forme, inclusive com ataques a acampamentos de refugiados.
A operação midiática que prendeu 159 pessoas, acusando todos falsamente de serem milicianos. E ainda tem o vexame que a Polícia Civil do Rio de Janeiro fez.
A Interpol reconhece violação de direitos do Tacla Duran e o retira da lista de procurados internacionais.
Um ícone mundial, o Lula, está preso, acusado em um caso fraudulento do início ao fim. Tem juristas de muitos países tem falado isto.
Fora o vexame judiciário do dia 8 de Julho. Tem um farto material na Internet sobre isto, mas pode começar por este. Aliás, este no envolve um juiz que não está mais no caso e que foi visto como suspeito pela Interpol.
O Lula recebe o status de preso político, e assim é visto em muitos lugares.
Agora tem uma decisão da ONU, com nível de liminar, que o judiciário brasileiro não quer cumprir.
E isto é só uma pequena parte da história toda.
Aliás, quase me esqueço. O vexame começou na própria sessão da câmara do dia 17 de Abril de 2016, com as coisas mais loucas sendo ditas lá.
Com a diminuição dos programas sociais, estamos em risco de voltar ao Mapa da Fome.
Governo Federal que não age efetivamente para receber adequadamente os refugiados da Venezuela (que o Brasil do golpe também tentou sabotar), permitindo que uma onda de xenofobia se forme, inclusive com ataques a acampamentos de refugiados.
A operação midiática que prendeu 159 pessoas, acusando todos falsamente de serem milicianos. E ainda tem o vexame que a Polícia Civil do Rio de Janeiro fez.
A Interpol reconhece violação de direitos do Tacla Duran e o retira da lista de procurados internacionais.
Um ícone mundial, o Lula, está preso, acusado em um caso fraudulento do início ao fim. Tem juristas de muitos países tem falado isto.
Fora o vexame judiciário do dia 8 de Julho. Tem um farto material na Internet sobre isto, mas pode começar por este. Aliás, este no envolve um juiz que não está mais no caso e que foi visto como suspeito pela Interpol.
O Lula recebe o status de preso político, e assim é visto em muitos lugares.
Agora tem uma decisão da ONU, com nível de liminar, que o judiciário brasileiro não quer cumprir.
E isto é só uma pequena parte da história toda.
Aliás, quase me esqueço. O vexame começou na própria sessão da câmara do dia 17 de Abril de 2016, com as coisas mais loucas sendo ditas lá.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Imaginando uma rede social
Eu já fiz um exercício de imaginação sobre criação de uma rede social. Ela teria algumas regras:
E por último, bicos dos seios são plenamente permitidos. Mas postem também sobre gatinhos e cachorrinhos.
Aceito sugestões de regras nos comentários.
- Esta é uma rede social para pessoas cordiais e inteligentes. Não estamos interessados em ter a maior rede social a qualquer custo.
- Direitos humanos são importantes, e valem aqui. (Com um link para um texto explicativo, e o texto da Declaração dos Direitos Humanos.)
- Liberdade de opinião é importante, mas ódio, racismo, nazismo, misoginia, homofobia, xenofobia etc, não são opiniões, são preconceitos e crimes, e não serão tolerados.
- Protegeremos os dados dos usuários, mas se usarem a rede para cometer algum crime, não hesitaremos em colaborar abertamente com as autoridades policiais e judiciárias.
- Ataques e denúncias infundadas podem levar à suspensão dos atacantes/denunciante e até a expulsão, especialmente quando motivado por alguém.
- Quem motivou o ataque acima quase sempre será expulso. Em algumas exceções podemos pensar em só suspender.
- Fake News não serão toleradas. Poderão ser despublicadas, podendo levar à advertência, à suspensão e ao banimento do usuário. Quem as compartilhar também poderá sofrer punições.
- Nenhuma publicação será removida. O usuário poderá fazer a despublicação, mas não a remoção.
E por último, bicos dos seios são plenamente permitidos. Mas postem também sobre gatinhos e cachorrinhos.
Aceito sugestões de regras nos comentários.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Uma ideia de rede social sem propagandas
Eu tive uma ideia inusitada para uma rede social sem propagandas.
Eu convidaria todos os que são vítimas das de ataques, ameaças, assédio etc, da direita raivosa, como Lula, Dilma, Fernando Haddad, Manuela d'Ávila, a Socialista Morena, o Guilherme Boulos, o Leonardo Sakamoto, o Leonardo Stoppa, Pirula, Jean Wyllys etc. (Peço desculpas pelos que esqueci e que não conheço.)
A rede social também teria um bom corpo de advogados, e escritórios de advocacia em vários estados. Eles prestariam assistência jurídica a todos os membros da rede social que fossem atacados, ameaçados etc, processando os que cometeram estes ataques.
Nestes processos jurídicos seria cobrada indenização e honorários advocatícios, que seriam usados para sustentar a rede social. :^)
Eu convidaria todos os que são vítimas das de ataques, ameaças, assédio etc, da direita raivosa, como Lula, Dilma, Fernando Haddad, Manuela d'Ávila, a Socialista Morena, o Guilherme Boulos, o Leonardo Sakamoto, o Leonardo Stoppa, Pirula, Jean Wyllys etc. (Peço desculpas pelos que esqueci e que não conheço.)
A rede social também teria um bom corpo de advogados, e escritórios de advocacia em vários estados. Eles prestariam assistência jurídica a todos os membros da rede social que fossem atacados, ameaçados etc, processando os que cometeram estes ataques.
Nestes processos jurídicos seria cobrada indenização e honorários advocatícios, que seriam usados para sustentar a rede social. :^)
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
Sobre a sonda que vai estudar o Sol
Vendo este vídeo sobre a sonda que a NASA vai mandar para estudar o Sol me fez me lembrar de algumas coisas.
Tem gente, que considero muito ignorante, que diz que é besteira gastar dinheiro com a exploração espacial com tanta coisa a ser feita aqui na Terra. Eu acho que pensar assim é um grande equívoco.
Estamos em um mundo muito dependente de tecnologia, e de eletricidade. As coisas, ou funcionam diretamente com eletricidade, e/ou tem algum sistema elétrico/eletrônico controlando, monitorando etc, que depende de eletricidade.
E se o sistema elétrico falhar? Se a nossa civilização ficar sem eletricidade? Tivemos algumas amostras disto que duraram horas, e até com milhões de afetados.
E em 2003 teve um nos EUA e Canadá que ficaram batendo cabeça (Está também na lista acima.), e ficaram até o dia seguinte sem luz, e em alguns lugares até bem mais.
Não foi catástrofe humanitária porque estavam no verão. Se estivessem no inverno, dependendo da energia elétrica para aquecer as casas, a situação seria sido muito mais grave. Teriam acontecido muitos casos de hipotermia.
Agora imagine se acontece algo assim que durasse dias. Que não não fosse possível religar o sistema de energia. Que muitos equipamentos elétricos e eletrônicos, inclusive de telecomunicações, queimassem. Não uma simples falta de energia regional, mas um evento em escala planetária.
Isto nos jogaria, pelo menos por um tempo, ao século 19.
- Mas isto nunca vai acontecer? Você está delirando.
Estou? Não estou não. E isto já aconteceu. A sorte é que era no meio do século 19, portanto não fomos lançados para o século 19.
Este fenômeno também é conhecido como "A Tempestade Solar Perfeita". Sim, Solar. Então temos que entender o sol, para entendermos quando pode acontecer novamente algo assim, para podermos prever com a maior antecedência possível um acontecimento destes, prever a intensidade que pode acontecer, e assim sermos capazes de protegermos a nossa civilização tão dependente de eletricidade de um fenômeno destes.
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Sobre o assassino da Tatiane Spitzner
Soube hoje do caso da morte (assassinato, ou morte tentando fugir, o que se enquadra em uma variação de assassinato) da Tatiane Spitzner lendo pelo artigo da Nathalí Macedo, no Diário do Centro do Mundo.
Então resolvi investigar o comportamento do Luis Felipe Manvailer nas redes sociais.
Foi fácil achar o perfil dele no Facebook, mas é um perfil um tanto fechado. Poucas de suas publicações são públicas.
Mas dava para ver algumas coisas. Uma destas coisas foram as páginas e grupos que ele curtiu. Aí tem algumas coisas interessantes, e reveladoras.
Ele é fã de MMA. Eu nunca gostei de MMA, e acho uma deturpação das artes marciais. Acho que acabei tendo preconceito contra o MMA. Quando treinei Karatê, estudei a história do Karatê, e de várias artes marciais que surgiram antes, que chegaram até o Karatê. E vi que muitas delas eram formas de resistência a invasores. Foi assim que nasceu o Karatê, por exemplo.
Mas a impressão que tenho de pessoas que gostam de MMA é uma tendência à prepotência e à violência.
O Luis Felipe curtiu muitas coisas ligadas à MMA.
Mas vamos descontar este meu preconceito com MMA.
Achei muita coisa comum, e até algumas humorísticas.
Achei a página Eduardo Bolsonaro na lista. Como a do Fernando Holiday e a do Kim Kataguiri. Também tem o Mamãe Falei. Tem páginas de direita, como "Caneta Desesquerdizadora". Tem uma que que eu não conhecia, a "Desumaniza Redes".
Achei uma grande quantidade de coisas que, ao ver, me pareciam ter um viés de direita. Muito discurso raso, que não analisava nada e só pulava para a conclusões falaciosas. Não achei nada que me indicasse ser claramente de esquerda.
Achei também umas contradições com o que citei acima, como os Simpsons, que tem críticas à sociedade moderna na série, e a I Fucking Love Science, onde tem críticas a muitas coisas da direita nos EUA, em especial ao atual presidente de lá. O Sensacionalista, que critica muito a direita no Brasil.
Também tinha algumas outras páginas de ciências, como a da CAPES, da Ciências Sem Fronteiras.
Aí surge uma pergunta. Qual conteúdo o Facebook mais entregava para ele?
Não achei as curtidas em postagens e os comentários dele (teria que garimpar muito mais fundo), mas isto me diria muito mais sobre a personalidade dele.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Sobre racismo, homofobia etc, evolução e questionamento pessoal
Eu vi os dois vídeos do Pirula sobre o caso Cocielo (aqui e aqui), e depois do segundo fiquei pensando algumas coisas.
Pelo que entendi, o que aconteceu foi um caso de racismo estrutural, aquele que está inserido na pessoa, e na sociedade, e ela não percebe.
Se alguém me perguntar se sou racista, eu responderia "Tento não ser.". Mesma coisa quanto à homofobia.
Cresci em uma época bem mais racista e homofóbica do que atualmente, e isto se insere dentro da pessoa desde criança pela forma que a sociedade cria e molda este indivíduo. Alguns resolvem ser assim mesmo, não evoluir, não se questionar, pois pode doer perceber que está errado, que sempre esteve errado.
Eu tento evoluir, me questionar, mas este processo não é perfeito, e tem que ser feito continuamente.
Questionamentos costumam ser feitos quando algo é percebido para ser questionado, e tem vezes que, para perceber algo a ser questionado, é necessário ganhar (e aprender) novos pontos de vista, novas referências, novos modos de questionar, novos modos de pensar etc, sem preconceitos sobre o que aprender, pois só vai ter chance de saber se é útil ou não depois de aprender (e pode ser até muito depois de aprender).
Em um destes questionamentos pode-se perceber que está fazendo algo muito errado (pode ser que muitos na mesma sociedade também estejam cometendo o mesmo erro), e que vai ter que mudar, parar de fazer algo, passar a fazer algo etc, segundo o caso. Pode surgir um sentimento de culpa por ter feito por muito tempo algo que feria outras pessoas.
Este processo pode causar perdas, como a percepção que piadas racistas são ruins, então não devem ser feitas, mas alguns não querem ver isto, pois não querem perder este tipo de humor. Alguns também não querem correr o risco de sentir culpa no processo de mudança. Então tem gente que reage, que não aceita a mudança e o reconhecimento que algo, inclusive algo que faziam e gostavam, era ruim. Alguns ainda vem com saudosismo dizendo que antigamente era tudo melhor.
Uma coisa que vejo com muita suspeita são os que dizem que não são racistas, que não são homofóbicos etc. Nesta sociedade não tem como não ser. (Sim, já dói pensar nisto.) Mas estas pessoas podem já ter desistido de se questionar, de evoluir, de sentir esta dor que falei, e usam este discurso para dizer que não precisam evoluir, para iludir os outros e principalmente a si mesmas.
Por isto que já falei que um dos meus maiores medos é parar de aprender, parar de evoluir, parar de ser criativo.
As pessoas tem que aceitar que mudam, que evoluir é bom, que é bom perceber e reconhecer os seus erros do passado, mesmo que, quando não for necessário, não o façam publicamente.
Pelo que entendi, o que aconteceu foi um caso de racismo estrutural, aquele que está inserido na pessoa, e na sociedade, e ela não percebe.
Se alguém me perguntar se sou racista, eu responderia "Tento não ser.". Mesma coisa quanto à homofobia.
Cresci em uma época bem mais racista e homofóbica do que atualmente, e isto se insere dentro da pessoa desde criança pela forma que a sociedade cria e molda este indivíduo. Alguns resolvem ser assim mesmo, não evoluir, não se questionar, pois pode doer perceber que está errado, que sempre esteve errado.
Eu tento evoluir, me questionar, mas este processo não é perfeito, e tem que ser feito continuamente.
Questionamentos costumam ser feitos quando algo é percebido para ser questionado, e tem vezes que, para perceber algo a ser questionado, é necessário ganhar (e aprender) novos pontos de vista, novas referências, novos modos de questionar, novos modos de pensar etc, sem preconceitos sobre o que aprender, pois só vai ter chance de saber se é útil ou não depois de aprender (e pode ser até muito depois de aprender).
Em um destes questionamentos pode-se perceber que está fazendo algo muito errado (pode ser que muitos na mesma sociedade também estejam cometendo o mesmo erro), e que vai ter que mudar, parar de fazer algo, passar a fazer algo etc, segundo o caso. Pode surgir um sentimento de culpa por ter feito por muito tempo algo que feria outras pessoas.
Este processo pode causar perdas, como a percepção que piadas racistas são ruins, então não devem ser feitas, mas alguns não querem ver isto, pois não querem perder este tipo de humor. Alguns também não querem correr o risco de sentir culpa no processo de mudança. Então tem gente que reage, que não aceita a mudança e o reconhecimento que algo, inclusive algo que faziam e gostavam, era ruim. Alguns ainda vem com saudosismo dizendo que antigamente era tudo melhor.
Uma coisa que vejo com muita suspeita são os que dizem que não são racistas, que não são homofóbicos etc. Nesta sociedade não tem como não ser. (Sim, já dói pensar nisto.) Mas estas pessoas podem já ter desistido de se questionar, de evoluir, de sentir esta dor que falei, e usam este discurso para dizer que não precisam evoluir, para iludir os outros e principalmente a si mesmas.
Por isto que já falei que um dos meus maiores medos é parar de aprender, parar de evoluir, parar de ser criativo.
As pessoas tem que aceitar que mudam, que evoluir é bom, que é bom perceber e reconhecer os seus erros do passado, mesmo que, quando não for necessário, não o façam publicamente.
Assinar:
Postagens (Atom)