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Sou viciado em computação, Internet e Fotografia. Morei por quase 6 anos, e ainda frequento, Paraty. Sou usuário de softwares Open Source, tendo dado algumas contribuições em diversas ocasiões.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Apertem os cintos que o Estado Democrático de Direito sumiu

Em um ato falho a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro admitiu no twitter (@PCERJ) que acabou o estado democrático de direito, mas ainda chamam de democracia. Eles admitiram que foi abolida a Presunção da Inocência.

Primeiro vi um compartilhamento desta postagem do Saia da Matrix que alguns amigos fizeram no Facebook. Eu tentei achar o link e achei algumas coisas.

O repórter Rafael Soares (@rafapsoares), do Jornal Extra, fez a seguinte sequência de postagens no Twitter que explica tudo, que inclui esta publicação no site Jornal Extra.

A Polícia Civil diz que foi publicado sem autorização. Uma vez colocado em uma rede social pública, está publicado. E quem teria publicado sem autorização? O repórter Rafael Soares, ou algum funcionário da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro com permissão de publicar no Twitter deles?

Uma captura de tela com a publicação sobre a remoção está abaixo. Fiz isto para preservar, pois não me assustaria que também fosse apagada.


terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Paraty e excesso de carros de turistas

Um desabafo e uma proposta.

Paraty fica com um sério problema de espaço para estacionar quando a cidade lota, como agora no carnaval, mas também acontece na FLIP, no Festival da Pinga etc.

Isto se deve a muitos turistas que vem de carro para a cidade, mas não tem a consciência que a cidade é pequena para tantos carros, e que é pequena o suficiente para se fazer os caminhos à pé. Muitos insistem em dirigir até perto dos eventos, e depois não tem lugar para estacionar.

Aliás, muitos possivelmente são viciados em carro, não sabem viver ou se deslocar sem usar o carro.

Ontem de noite vi um congestionamento bem complicado em uma pequena rua periférica.

E ainda vi muitos abusos de estacionamento irregular. Um deles deu partida neste desabafo.


sábado, 27 de janeiro de 2018

Como um Coxinha de classe média pode ser mais pobre do que um mendigo de rua

Coxinhas, me lembrei de um texto que li a algum tempo atrás.

Ele falava de patrimônio das pessoas, mas não só incluía bens, como também incluía as dívidas nas contas do patrimônio. O resultado era deveras curioso.

Sabem que muitas, realmente muitas, pessoas de Classe Média (isto inclui muitos de vocês, Coxinhas) são mais pobres do que os mendigos das ruas?

- Mas eu moro em um apartamento de 4 quartos, tenho um carro de luxo, TV LED de 60 polegadas, computador, celular, como posso ser mais pobre do que um mendigo de rua?

sábado, 30 de dezembro de 2017

Sobre medos profundos, inclusive um dos meus

As pessoas tem medos tão profundos, tão dentro de si, que não conseguem verbalizar ou compreender direito. Muitos destes medos nem são reconhecidos, inclusive porque, se for reconhecido, pode implicar em ter a assustadora situação de ter que encarar ele.

Eu tenho, você tem, todos tem estes medos.

E pensando sobre este vídeo me ajudou a entender um pouco mais um dos meus maiores medos, e a me tornar capaz de verbalizar ele, pelo menos em parte.

Um dos meus maiores medos é me tornar incapaz de aprender, de criar e testar novas ideias, de fazer novas associações de ideias, de continuar inventivo. Eu, mesmo não sendo capaz de verbalizar isto direito, encaro este medo todos os dias, luto contra ele todos os dias, me desafiando a aprender coisas, a observar o mundo, a coletar informações, a criar e testar novos modelos, novas coisas etc.

Sorte que eu tenho grandes aliados nesta minha luta, a minha grande curiosidade, o prazer que sinto quando aprendo algo, e o meu ateísmo, pois o ateísmo elimina o deus das lacunas, a "explicação" fácil do "foi deus que quis assim".

Mas isto me faz pensar por que algumas pessoas são tão reacionárias, sendo mais do que simplesmente conservadores. Elas devem ter medo de que os modelos que fizeram para o mundo não sejam válidos, ou que, com as mudanças do mundo, os seus modelos de mundo se tornem inválidos. Elas tem medo de mudarem, de se adaptarem, de mudar de opinião, e de que o mundo mude. Mas não reconhecem este medo, pois ele é muito assustador de se encarar.

Não é de se espantar que muitos destes sejam religiosos, pois algumas religiões criam um modelo de como o mundo é, ou deveria ser, de forma muito rígida, dogmática. E algumas pessoas se apegam a isto de forma muito ferrenha, pois dá uma sensação de ordem e de simplicidade, que é falsa. O mundo, o universo, é o caos e a eterna mudança, e está aí para aprendermos com ele.

Talvez isto explique por que algumas pessoas, como eu, adora os seriados Cosmos (tanto o de Carl Sagan, Cosmos, quanto de Neil DeGasse Tyson, Cosmos: A Spacetime Odyssey), e outras tenham medo dele.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Acho que deveria existir trabalho intermitente, mas...

Sei que vou provocar polêmica.

Não sou contra a existência da forma de trabalho intermitente, pois alguns lugares podem precisar deste tipo de trabalho, para completar pessoal em dias de maior movimento, cobrir folgas etc. Pode ser bom para algumas pessoas ganharem um extra como segundo emprego, ou estudantes e outras pessoas que não tem muito tempo disponível para trabalhar poder ganhar algum dinheiro.

Mas sou completamente contra a forma que foi implementada.

Acho que a taxa de desemprego tem que estar muito baixa, zerada ou quase, para isto poder funcionar.

O patrão teria que pagar encargos trabalhistas, o transporte, e se o turno for mais de que um tempo, talvez 4 horas, pagar alimentação.

E o pagamento deveria ser, pelo menos, o dobro de um funcionário fixo no mesmo turno de trabalho. Assim, se precisar com muita frequência de trabalho intermitente, passa ser mais barato contratar como fixo, e até dispensar a ida em alguns dias, poupando assim auxílio transporte e alimentação.

O trabalhador poderia ser intermitente de mais de um lugar, com um limite de 3 ou 4, por exemplo. Ou o limite poderia ser de horas semanais, como 40 ou 44 horas.

O patrão de um intermite deveria combinar com antecedência a ida do trabalhador. Se não combinar com alguma antecedência, o trabalhador deveria ter a opção de não ir.

Aí seria vantajoso para o trabalhador, e acho que razoável para o patrão.

Mas a forma que está, só é vantajoso para o patrão, e é uma forma de escravidão.

domingo, 19 de novembro de 2017

Conflito na ALERJ de 17/11/2017, com fotos

Em 14/11/2017, uma terça-feira, os deputados estaduais Jorge Picciani (Presidente da ALERJ), Paulo Melo e Edson Albertassi foram presos pela Polícia Federal. Na quinta feita, dia 16/11/2017, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região  (TRF2) determinou por unanimidade (5 votos a 0) manter eles presos preventivamente, mas ainda restava a decisão da ALERJ, que ficou para a tarde de 17/11/2017.

Como era de se esperar, foi montado um protesto com caminhão de som em frente à ALERJ. As pessoas, especialmente os funcionários do estado, estavam querendo que eles continuassem presos, especialmente quanto ao Picciani, o presidente da ALERJ.

Com o estado em crise do estado do Rio de Janeiro, o Governo Federal não ajudando, parte do funcionalismo está sem receber salários, as medidas impopulares da ALERJ (entre elas a decisão de privatização da CEDAE, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro), as lembranças dos conflitos nas votações do final do ano passado etc, os funcionários do estado queriam que eles continuassem presos. De certa forma, "queriam sangue", "queriam linchamento".

Eu não acredito na inocência do PMDB carioca, especialmente quanto à crise no estado do Rio de Janeiro. Eles se aliaram com grandes empresários, parece terem se tornado amigos demais deles, e misturado interesses pessoais dos empresários, pessoais deles mesmos, falta de escrúpulos com o interesse público etc. Por isto eu acredito que estes deputados estaduais podem ser culpados, mas não sei quanto. Acho que tem que ser investigados, mas me deixa incomodado todo este linchamento público, e da imprensa contra eles. Dá a impressão que tem algum motivo por trás.

Mas, como eu estava por perto, e com equipamento fotográfico, fui fotografar a manifestação diante da ALERJ. E notei algumas coisas interessantes, do tipo que deixa com uma pulga atrás da orelha.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O Facebook está falindo?

Façam backup de tudo que é importante que tenham no Facebook.

Não deixem nada importante somente nele. Tenham em outros lugares.

O Facebook está agindo como se precisasse desesperadamente de dinheiro, como se estivesse em más condições financeiras.

Ele, meses atrás começou, de vez em quando, sugerindo que eu pagasse para que as minhas publicações fossem vistas por mais gente.

Depois começou a sugerir mais. Depois passou a perguntar em todas as publicações que eu fazia nas minhas páginas.

Poucas semanas atrás começou a insistir mais ainda, colocando estas mensagens na lista de notificações.

Agora atingiram um novo patamar, o de mandar e-mail pedindo dinheiro para espalhar as minhas publicações.

Isto me soa desespero para arrecadar dinheiro.