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Sou viciado em computação, Internet e Fotografia. Morei por quase 6 anos, e ainda frequento, Paraty. Sou usuário de softwares Open Source, tendo dado algumas contribuições em diversas ocasiões.

sábado, 19 de março de 2016

#NãoVaiTerGolpe 18/03/2016 - Praça XV - Rio de Janeio

Estive na manifestação de apoio à Dilma de 18 de Março na Praça XV. Estava bem cheia, tomou a Praça XV, o Paço Imperial, e vizinhanças. A escadaria da ALERJ estava cheia, e não era exatamente a área da manifestação. Até a Rua Primeiro de Março estava estreitada de tanta gente. Então deveria ter mais gente do que era possível contar. Não ocupou mais área por que parte da região está fechada para obras, inclusive para a construção do VLT. Acho que estava mais cheio do que os organizadores esperavam.

Teve um palco principal, e palcos paralelos, com manifestações paralelas acontecendo, um deles com artistas dos subúrbios, de bairros afastados, da baixada etc.

Tinha gente de quase toda aparência, tipo físico etc. De gente de chinelo até gente de terno. Tinha gente de todas as idades, mas a maioria era jovem. Conversei com uma mulher que se definiu como Classe média alta. Ela contou que tem investimentos, mas não se considera elite, pois elite manda na economia, e ela não faz isto, ela não tem como fazer isto. Ela resolveu apoiar o Lula e a Dilma depois de ver que amigos e amigas dela que tem posições políticas que ela não gosta indo para a manifestação do dia 13 de Março. Ela disse que isto a acordou (Não exatamente nestas palavras, mas neste sentido.). Ela normalmente não votaria no Lula, não iria para a manifestação, mas agora resolveu votar nele. Ela estava acompanhada de um amigo argentino, e os dois estavam assustados com o que está acontecendo na Argentina. Ela contou que resolveu ir para a manifestação e conseguiu alguém para ficar com os filhos dela. Ela não levou os filhos para a manifestação, e muito menos com uma babá (Desculpe-me, não resisti.).

Os policiais estavam em grupos batendo papo, totalmente tranquilos, espalhados na borda da manifestação. Não vi ninguém fazendo selfies com eles.

Não tinha nenhum cartaz maluco, pedindo coisas malucas etc. O mais estranho foi um que passou por mim, que não deu para fotografar, escrito "tabaco orgânico" (Será que é o que eu estou pensando?).

Abaixo está uma coleção de fotos tiradas por mim. Eu estava sub-equipado, só com a minha velhinha Ultra Zoom, mas fiz o que pude.

Panorama geral da manifestação às 18:33. Tem sobreposição entre as fotos para entender melhor os encaixes.


domingo, 6 de março de 2016

Achei um celular e devolvi

Hoje eu estava com uma amiga e achei um celular em um ponto de ônibus. Ela de início não sabia o que fazer. Eu tinha um plano. Guardar o celular e esperar o dono entrar em contato. Ele estava desbloqueado e o WhatsApp aberto. Tinha mensagem recente. Enviei uma mensagem a esta pessoa, com quem o dono conversava, informando que achei o celular, e para avisar ao dono. Em um momento vi que a bateria estava baixa, e já pensei em como carregar o celular. O meu plano era pedir para pegar no meu trabalho durante a semana. No ônibus o celular tocou. Eu atendi. Era o dono. Ele estava meio desesperado e feliz: "Alguém atendeu o telefone e falou que ia entregar.". Eu estava quase no Centro e ele em Botafogo. Eu precisava deixar esta amiga perto de casa e pegar o metrô na Cinelândia, então combinei dele pegar o celular comigo na estação de metrô da Cinelândia. Cheguei na estação e esperei alguns minutos, e dono chegou. Ele me ligou de outro celular assim que chegou. Ele contou que perdeu um celular e a carteira a duas semanas atrás, mas não devolveram. Então deram este celular para ele. Semana passada ele achou um celular, e devolveu. Teve gente que questionou o fato dele devolver. Hoje eu achei o celular dele devolvi. Tivemos uma animada conversa de cerca de 45 minutos sobre política, história, fotografia etc. Esta conversa valeu o trabalho, que na realidade foi pouco, para devolver o celular. Aliás, a felicidade dele já valeu a pena. Muitas vezes não custa muito fazer uma boa ação. E a gratificação pessoal, e a felicidade que você dá a outra pessoa são imensas. E ainda pode ter a chance de conhecer gente legal. Façam boas ações. Vale a pena.