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Sou viciado em computação, Internet e Fotografia. Morei por quase 6 anos, e ainda frequento, Paraty. Sou usuário de softwares Open Source, tendo dado algumas contribuições em diversas ocasiões.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Ban The Bulb

Existe em alguns países uma campanha pelo banimento da lâmpada Incandescente. Sou favorável, mas com limitações.


A lâmpada incandescente é uma carga elétrica relativamente bem comportada, em vários aspectos, e tem usos que nenhuma outra lâmpada consegue atender. Pode ser usada como carga de circuitos elétricos, limitador de corrente, são usadas como aquecedor de chocadeira de ovos, aceitam facilmente controles de potência etc. Como fotógrafo, devido às características dela (Inclusive a de não cintilar, não piscar segundo a corrente alternada nela aplicada.), eu gostaria que ela continuasse existindo.

Mas as lâmpadas incandescentes atuais, como a da foto, são de qualidade incrivelmente ruim. Tentam minimizar para manter o mais barato possível, e sem se importar se ela é durável ou não. Se é resistente ou não.

Eis a minha proposta. A lâmpada incandescente como ela existe atualmente deve ser banida, e em pouco tempo. Deve ser criado um novo modelo, seguindo grandes exigências de qualidade, com durabilidade, apoios para o filamento (A lâmpada da foto não os tem, o que a fragiliza mais ainda.), vidro mais grosso etc. Vai encarecer? Claro, esta é uma das ideias. Ela se tornaria um produto especial, caro, para usos especiais. Talvez também encarecer com a ajuda de impostos. Se possível, ela deve custar mais caro do que as alternativas dela. Assim ela só seria usada onde realmente devesse ser usada.

E como ela parece ser relativamente simples de ser reciclada, quem levasse a velha na hora da compra poderia ter um desconto na nova, ajudando a diminuir o lixo na natureza.

Se procurar na Internet acha bastante informação sobre Ban The Bulb.

Atualização

Nas minhas pesquisas pela Internet eu não tinha achado uma informação importante. Agradeço a um amigo que me repassou este informação. O Brasil já está fazendo o banimento das lâmpadas incandescentes, mas devagar e silenciosamente.

Como falei antes, sou contra o banimento total. A minha preferência é pelo aumento da qualidade, com normas muito rígidas de qualidade, fabricação e projeto, uma embalagem que realmente protegesse a lâmpada, e uma grande carga de impostos, tornando este tipo de lâmpada um artigo de luxo. Assim somente quem realmente precisa da lâmpada a compraria. Uma de 100W poderia custar uns R$ 25.00, ao invés dos cerca de R$ 2.00 que custa atualmente.

Quem defende o banimento total parece não saber que tem algumas poucas situações que realmente ter que ser este tipo de lâmpada.

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